segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Philips GoGear MP4: quando as atualizações dos softwares transformam-se em problemas

Recentemente, postei algumas informações sobre como viabilizar o download de vídeos do Youtube, uma vez que a ferramenta oficial do Philips GoGear, o "Internet Video Downloader", apresentava erros sucessivos. Consegui efetuar o procedimento de download através da ferramenta "aTube Catcher". Salvava os arquivos no PC, no formato wmv, e depois utilizava o "Media Converter for Philips (da ArcSoft)" para convertê-los em smv.

Tudo estava ocorrendo bem, até que a ArcSoft informou sobre as novas atualizações. Arrependo-me de ter atualizado. Desde então, os softwares "Philips GoGear VIBE Device Manager" e "Media Converter for Philips" não reconhecem o equipamento quando conectado. Apesar do mesmo ser reconhecido pelo PC, o aplicativo sempre retorna a mensagem contida na imagem abaixo:



A versão anterior não obrigava a conexão do aparelho, tanto que, tínhamos a opção de converter e salvar no PC. Apenas quando o aparelho estava conectado, a conversão era direta para o equipamento.

Entrei em contato com a equipe de suporte da Philips e fui informada que “este sintoma pode ocorrer dependendo do que já há instalado no PC e está relacionado ao tipo de conexão utilizada pelo GoGear que, como padrão, vem no modo MTP, porém, é possível que os arquivos necessários não estejam instalados no PC, especialmente no caso do Win XP.”

Para solucionar a questão, recomendaram-me seguir os seguintes passos:

1 – Desconectar o GoGear do PC, no GoGear, acessar o menu principal, Configurações, Preferência de conexão, e selecione MSC.

2- Re-conectar o GoGear no PC (será exibida a mensagem de que um novo dispositivo foi encontrado), aguardar até que seja exibida a mensagem de que o dispositivo foi instalado e está pronto para ser utilizado, (em alguns casos será necessário reiniciar o PC). Se for o caso, o Windows irá exibir mensagem orientando o usuário para reiniciar o PC.

3- Caso não solucione o problema, manter o Gogear no modo MSC, desinstalar os softwares “Media Converter for Philips” e “Internet vídeo downloader”, utilizando o disco que acompanha o produto, reiniciar o PC, reinstalar os softwares, “Media Converter for Philips” e “Internet vídeo downloader”.


Segui todas as instruções, entretanto, o problema persiste. Apesar do PC reconhecer o equipamento, o mesmo não ocorre com os referidos softwares. Conforme mencionei, o problema teve início a partir da última atualização nas ferramentas. Consultei o site da Philips, entretanto, infelizmente, as versões anteriores não estão disponíveis.

Baixei outra ferramenta que converte vídeos wmv para smv, SMV Converter Tool, entretanto, mesmo após a conversão, os arquivos não são reconhecidos pelo Philips GoGear. Parece-me que há algum procedimento interno para que o equipamento reconheça apenas os arquivos convertidos pela ferramenta da ArcSoft. Como sou leiga no assunto, peço que os entendidos na matéria corrijam-me se estiver cometendo algum equívoco.

É uma pena que um equipamento tão bom fique inutilizado por restrições e amarrações de softwares, afinal, entendo que software não é o negócio da Philips. Essas amarrações não deveriam existir, pois, geram tantos problemas que acabam por inviabilizar o equipamento, face à insatisfação dos usuários. É lamentável e caro adquirir um MP4 que acabará se tornando um mero executor de arquivos MP3.

Por fim, sugeri a equipe a disponibilização das versões anteriores dos softwares no site da empresa, caso contrário, recomendei acionar o pessoal de qualidade para que efetue testes mais precisos, pois o Windows reconhece o hardware da Philips, mas os softwares podem se tornar um problema a cada atualização.

Estou no aguardo.

Uma ótima noite para vocês!
Claudia.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Another type of naked woman, by Martha Medeiros


Martha Medeiros is a Brazilian writer very special. I read some of her works as "Non-Stop", "Divã (Divan)", "Trem-Bala (Bullet train)" and I am finishing the reading of "Doidas e Santas (Crazies and Holies)". "Tudo que Eu Queria te Dizer (All I Wanted to Tell You," is also on the list. There is nothing to lose in her texts. In each chronicle, each chapter, the feeling we feel is that the soul was nourished and lighter. She has an incredible ease of portraying the everyday life and show how, sometimes, we are unnecessarily excessive and how we saved with really does matter: to live as best as possible, without sacrificing our core.
In the text below, a warning about the myopia with which modern society treats the female beauty. Their forms are constantly being explored, but we forget the fascination behind the stripping of their ideas, thoughts and emotions. The simplicity with taste of face washes, without artifice, without ulterior motives: the female soul.
Happy reading!

Claudia.

domingo, 1 de novembro de 2009

Philips GoGear MP4: como resolver problemas de download e conversão de vídeos do Youtube



Se você tem um Philips GoGear MP4 video player SA1VBE08KX8GB e está tendo problemas para efetuar o download de vídeos do Youtube ou efetuar a conversão para o formato smv (formato padrão do Philips GoGear MP4), ou ainda os dois, não se preocupe, você não é o único.
Recentemente, adquiri o MP4 da Philips, procedi a instalação dos softwares inclusos no CD e efetuei meu cadastro no Portal da Philips (http://www.philips.com/). A princípio, as atividades de download e conversão funcionaram perfeitamente, entretanto, depois de algum tempo, os aplicativos começaram a apresentar erros. Desinstalei-os e, mais uma vez, efetuei o procedimento de instalação a partir do CD. Os aplicativos rodaram normalmente. Decorrido alguns dias, talvez ocasionado pelas atualizações do Windows Vista, o aplicativo de conversão começou a apresentar erros. Tentei nova instalação com o CD, mas não obtive sucesso.
Por fim, optei por baixar os softwares no Portal da Philips, na seção Softwares e Drivers. Baixei os dois aplicativos:
  • Software Media Converter
  • Device Manager
Como o aplicativo de download (Internet Vídeo Downloader) não funcionou, para solucionar o problema, decidi efetuar o download dos vídeos no formato WMV, através do aplicativo aTube Catcher, que pode ser baixado gratuitamente no site http://www.baixaki.com.br/ , e salvá-los numa pasta. Em seguida, abri o aplicativo de conversão, Media Converter for Philips (ArcSoft), selecionei o vídeo na pasta de arquivos e solicitei a conversão. Desde então, não tenho problemas.
Espero ter ajudado.
Claudia.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O impossível poderá ser possível



Gosto de tudo que abala minhas convicções, pois me obriga a repensar atitudes e pensamentos, tomar novos caminhos e até, se for o caso, começar tudo novamente. É uma trajetória trabalhosa, mas não conheço forma mais rica de aprendizagem e amadurecimento.

Com o tempo, vamos aprendendo o mais difícil dos desprendimentos: os hábitos. Tornamo-nos mais flexíveis e mais abertos às mudanças do ambiente. Permanecemos em estado de “prontidão”, adquirindo e desenvolvendo habilidades que nos permitem alçar vôos cada vez maiores, vencemos limitações e aprendemos que NADA É IMPOSSÍVEL!

Abraços,
Claudia.

sábado, 17 de outubro de 2009

Bar, Cafeteria, Ferramenta de Marketing, afinal, o que é Twitter?

De tanto ouvir falar no Twitter, acabei cedendo à curiosidade. São tantas as formas de comunicação e conexão oferecidas pela internet, não custa nada conhecer mais essa fórmula que, diariamente, vem atraindo novos adeptos.

Que o site transformou-se num dos mais rápidos meios de difusão de informação em tempo real, isso todo mundo já sabe. Mas, o fato é que, assim como eu, muitas pessoas desconhecem o serviço; outras, apesar de “aderirem à moda” criando uma conta, o fazem por pura curiosidade ou para se manter em circulação, sem motivos maiores. Mas, afinal, o que é o Twitter e quais suas funcionalidades? Com essa indagação acabei chegando ao site
http://www.twitterbrasil.org/ que contém um material interessante sobre o serviço, mais esclarecedor do que promocional, vale ressaltar. O texto inteligente e bem humorado é de autoria de Havi Brooks e foi publicado no Fluent Self. A tradução para o português é de Claudia Belhassof. Aí vai...



Twitter desmistificado e desmascarado

Este é um post sobre o Twitter. Sim, sim, sim. Eu disse que jamais escreveria sobre o Twitter, mas as pessoas continuam a me pedir para explicar sobre que diabos estou falando.


E estou cada vez mais cansada de pronunciar meu discurso inflamado “olha só, você está fazendo tudo errado” para as pessoas que experimentaram o Twitter e acharam sem graça ou idiota. Vai ser muito mais fácil mandar um link para elas.

Além do mais, prometi a dois leitores deste blog que são novatos no Twitter que lhes daria algumas dicas.

Começa o grande desmascaramento

Sabe de uma coisa? As pessoas falam muitas coisas ruins sobre o Twitter, mas isso acontece porque elas estão fazendo tudo errado.
Podemos culpá-las? Bem, podemos, mas, por favor, não o faça. Não é culpa delas. Eu culpo os mitos sobre o Twitter.

Sim, é absurdo que algo tão novo já tenha gerado uma pilha de mitos e lendas, mas eles estão por aí – então vamos desmontá-los. É hora de desmascarar, meus amigos.

Mito #1 sobre o Twitter: É um “microblog” ou coisa parecida.

Ah, não. O Twitter não é isso. Não é um “microblog”. Ninguém diz: “Ai, ai! Sabe do que estou com vontade hoje? De microblogar!” Eca.

(E, aliás, mesmo que tecnicamente houvesse algo chamado microblog, e daí? Microblog – para nós, que não somos consultores de mídias sociais – é uma palavra vazia, sem graça e sem sentido. Blargh.)

De qualquer maneira, não importa se é ou não, porque todo mundo está errado e, na verdade, todo o debate enfadonho sobre “Ei, o que é o Twitter?” está completamente terminado, pois o Twitter é, no final das contas, um bar.

É um bar.

É aquele bar/café local que você frequenta. Um bar/café local multidimensional.*
*Só que é online. E às vezes você conecta pelo seu celular. É, eu sei. É o futuro; aceite-o.
Por que você frequenta o bar/café local?
Porque é a sua praia. A sua praça. É onde seus amigos estão. É onde você faz novas amizades. É onde você vai porque, às vezes, ser inteligente e divertido apenas na sua mente não leva a lugar nenhum.

É sempre legal lá? Não, às vezes é uma droga. Talvez ninguém de quem você goste esteja lá. Talvez aquele novo bartender só toque músicas esquisitas. Então você vai embora. Mas volta depois porque os bons tempos são muito, muito bons.

Esse bar/café/qualquer coisa tem as pessoas mais legais do mundo e, sim, algumas que não são muito a sua praia. Ei! Cabe a você escolher onde sentar.

Se você sentar perto de pessoas que estão falando alto ao celular, soprando fumaça de charuto na sua cara ou dando em cima de você, sim, provavelmente o local será nojento e horrível.

Se você encontrar um canto onde um grupo de pessoas inteligentes e interessantes está conversando sobre coisas inteligentes e interessantes, o local será envolvente e aconchegante. E divertido.

Se você chegar e não falar com ninguém, você deve se perguntar por que simplesmente não ficou em casa tomando sua bebida preferida. Sim, nesse caso, o local será chato.

Portanto, pode ser o melhor bar do mundo ou simplesmente aquela espelunca da esquina. A escolha é sua.

Mito #2 sobre o Twitter: A idéia é responder à pergunta “O que você está fazendo?”

Não, não, não. Esse é um erro de proporções quase trágicas, involuntariamente perpetuado pelo infeliz sistema do Twitter.

Se você tentar seguir as regras to Twitter, vai se perder rapidamente. Logo de cara eles pedem para você brincar respondendo à pergunta “O que você está fazendo?” Não responda a essa pergunta! Péssimo começo. Fail.

O Twitter não é para você dizer “o que está fazendo”, do mesmo modo que as conversas no mundo real não são para você dizer “e aí, quais são as novidades?”, embora possam começar dessa maneira.

Se você tentar falar sobre o que está fazendo (a menos que você esteja encaixotando um poodle ao mesmo tempo em que anda de pernas de pau com sua trupe de poodles malabaristas), quase sempre será chato.

E a primeira regra do Twitter é “Não seja chato!

Pior: você pode querer ser honesto. Pode dizer coisas como “comendo uma banana” ou “levando meu filho ao treino de futebol”.

Lembro a você a primeira regra, citada ali em cima.

Então, o que você deve digitar naquela pequena caixa?

Bem, a pergunta que o Twitter realmente quer fazer é “O que você está pensando? Não, o que você está pensando de verdade?”
Ou: “O que você acha do que está pensando?
Ou: “Que tal deixar aquela voz na sua cabeça falar por um instante, hein?”

Sabe aquela voz interior? Aquela que faz comentários sérios sobre coisas engraçadas, significativas, palhaças e profundas que você normalmente mantém para si mesmo e ninguém chega a conhecê-la?

O Twitter é o novo lar dessa voz. É o local que essa voz frequenta. Porque essa voz precisa ter voz. Quero dizer, ela precisa de um bar.

Mito #3 sobre o Twitter: Ele consome muito tempo.

Ah, não. O Twitter não precisa ser outra ferramenta de procrastinação. Mais uma vez, acho que você está fazendo tudo errado.

Bastam apenas alguns segundos para digitar alguma coisa lá. Afinal, há um limite de 140 caracteres.

Depois você gasta de três a cinco minutos para ver o que as outras pessoas estão fazendo, e pronto.

Normalmente é um intervalo mais curto do que o buraco sem fim do “Ah, vou dar só uma olhadinha no meu e-mail”.

E aqui eu rapidamente coloco meu chapéu gigante que diz “Oi, acabei de escrever um livro sobre o fim da procrastinação” para que você confie na minha experiência no assunto. O Twitter de forma alguma é seu inimigo. Não é. É um dos poucos intervalos de boa duração que você encontra na internet.

O Twitter é uma pausa. E as pausas fazem bem à alma. Sim, ele pode consumir seu tempo. Como qualquer outra coisa. Inclusive encaixotamento de poodles. Mas, se você usá-lo com cuidado, como um entra-e-sai rapidinho, o Twitter é, na verdade, uma ferramenta de produtividade.

Uma ferramenta de produtividade divertida que também funciona como a mais esquisita e mais bem-sucedida técnica de marketing de todos os tempos, além de ser um bar. Quer mais?

Mito #4 sobre o Twitter: Não há problemas em Twitterville.

Okay, esse é um mito que eu acabei de inventar. Um mito mítico, se você assim desejar. O Twitter está muito, muito longe de ser uma região sem problemas, mas aqui estão as três questões principais e suas soluções:

(1) Assim como em qualquer bar, existem pessoas que entram para brigar. Algumas são pessoas que realmente gostam de uma boa briga e outras são trolls malvados, cheios de ódio e que gostam de magoar as pessoas.

Se você não gosta de brigas, não fique perto da mesa desse grupinho.

(2) E, como em qualquer bar, existem uns caras esquisitos que querem lhe pagar uma bebida. Você usa a linguagem do corpo para fazer com que eles se afastem (o botão de block no Twitter) e, se eles avançarem, denuncie-os a @oddfollow e ao pessoal do Twitter.

(3) E, é claro, temos a Fail Whale, a famosa baleia.

Às vezes o Twitter cai, e normalmente quando você mais precisa daquele uísque ou café ou qualquer coisa metafórica e suas mãos estão tremendo. É hora de enfrentar o fato de que você está viciado no Twitter. Não se preocupe. Você não está sozinho.

Pegue as bobagens que você ia espalhar pelo mundo e transforme em um post. Mais tarde o Twitter volta ao ar. Faça parte do Fail Whale Fan Club. (Não estou brincando, existe um fã clube da baleia.)

Ou você pode simplesmente ir até o site IsTwitterDown.com e apertar o botão de refresh várias vezes seguidas, como um rato pulando por uma bolinha de comida apetitosa. Todos passamos por isso. Não se preocupe. Você vai ficar bem.

Vejo você na happy hour, viu?

Se quiser me seguir, meu username é @havi. Só para você saber, às vezes eu falo coisas terrivelmente inadequadas que eu jamais diria aqui. Porque o Twitter é um bar.

E também é meu local favorito na internet. É onde aquela voz na minha cabeça gosta de ficar. E eu normalmente vou aonde ela vai.

Se você quiser que eu o siga, fale sobre poodles. Ou puxe assunto. Eu não mordo.
Agradecimentos especiais a Laura Fitton (@pistachio), que acidentalmente inspirou este post por ser uma pessoa muito legal.
E o que os brasileiros estão achando do Twitter, William Bonner?
Agora, é só explorar as potencialidades do serviço.
Claudia.