segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O impossível poderá ser possível



Gosto de tudo que abala minhas convicções, pois me obriga a repensar atitudes e pensamentos, tomar novos caminhos e até, se for o caso, começar tudo novamente. É uma trajetória trabalhosa, mas não conheço forma mais rica de aprendizagem e amadurecimento.

Com o tempo, vamos aprendendo o mais difícil dos desprendimentos: os hábitos. Tornamo-nos mais flexíveis e mais abertos às mudanças do ambiente. Permanecemos em estado de “prontidão”, adquirindo e desenvolvendo habilidades que nos permitem alçar vôos cada vez maiores, vencemos limitações e aprendemos que NADA É IMPOSSÍVEL!

Abraços,
Claudia.

sábado, 17 de outubro de 2009

Bar, Cafeteria, Ferramenta de Marketing, afinal, o que é Twitter?

De tanto ouvir falar no Twitter, acabei cedendo à curiosidade. São tantas as formas de comunicação e conexão oferecidas pela internet, não custa nada conhecer mais essa fórmula que, diariamente, vem atraindo novos adeptos.

Que o site transformou-se num dos mais rápidos meios de difusão de informação em tempo real, isso todo mundo já sabe. Mas, o fato é que, assim como eu, muitas pessoas desconhecem o serviço; outras, apesar de “aderirem à moda” criando uma conta, o fazem por pura curiosidade ou para se manter em circulação, sem motivos maiores. Mas, afinal, o que é o Twitter e quais suas funcionalidades? Com essa indagação acabei chegando ao site
http://www.twitterbrasil.org/ que contém um material interessante sobre o serviço, mais esclarecedor do que promocional, vale ressaltar. O texto inteligente e bem humorado é de autoria de Havi Brooks e foi publicado no Fluent Self. A tradução para o português é de Claudia Belhassof. Aí vai...



Twitter desmistificado e desmascarado

Este é um post sobre o Twitter. Sim, sim, sim. Eu disse que jamais escreveria sobre o Twitter, mas as pessoas continuam a me pedir para explicar sobre que diabos estou falando.


E estou cada vez mais cansada de pronunciar meu discurso inflamado “olha só, você está fazendo tudo errado” para as pessoas que experimentaram o Twitter e acharam sem graça ou idiota. Vai ser muito mais fácil mandar um link para elas.

Além do mais, prometi a dois leitores deste blog que são novatos no Twitter que lhes daria algumas dicas.

Começa o grande desmascaramento

Sabe de uma coisa? As pessoas falam muitas coisas ruins sobre o Twitter, mas isso acontece porque elas estão fazendo tudo errado.
Podemos culpá-las? Bem, podemos, mas, por favor, não o faça. Não é culpa delas. Eu culpo os mitos sobre o Twitter.

Sim, é absurdo que algo tão novo já tenha gerado uma pilha de mitos e lendas, mas eles estão por aí – então vamos desmontá-los. É hora de desmascarar, meus amigos.

Mito #1 sobre o Twitter: É um “microblog” ou coisa parecida.

Ah, não. O Twitter não é isso. Não é um “microblog”. Ninguém diz: “Ai, ai! Sabe do que estou com vontade hoje? De microblogar!” Eca.

(E, aliás, mesmo que tecnicamente houvesse algo chamado microblog, e daí? Microblog – para nós, que não somos consultores de mídias sociais – é uma palavra vazia, sem graça e sem sentido. Blargh.)

De qualquer maneira, não importa se é ou não, porque todo mundo está errado e, na verdade, todo o debate enfadonho sobre “Ei, o que é o Twitter?” está completamente terminado, pois o Twitter é, no final das contas, um bar.

É um bar.

É aquele bar/café local que você frequenta. Um bar/café local multidimensional.*
*Só que é online. E às vezes você conecta pelo seu celular. É, eu sei. É o futuro; aceite-o.
Por que você frequenta o bar/café local?
Porque é a sua praia. A sua praça. É onde seus amigos estão. É onde você faz novas amizades. É onde você vai porque, às vezes, ser inteligente e divertido apenas na sua mente não leva a lugar nenhum.

É sempre legal lá? Não, às vezes é uma droga. Talvez ninguém de quem você goste esteja lá. Talvez aquele novo bartender só toque músicas esquisitas. Então você vai embora. Mas volta depois porque os bons tempos são muito, muito bons.

Esse bar/café/qualquer coisa tem as pessoas mais legais do mundo e, sim, algumas que não são muito a sua praia. Ei! Cabe a você escolher onde sentar.

Se você sentar perto de pessoas que estão falando alto ao celular, soprando fumaça de charuto na sua cara ou dando em cima de você, sim, provavelmente o local será nojento e horrível.

Se você encontrar um canto onde um grupo de pessoas inteligentes e interessantes está conversando sobre coisas inteligentes e interessantes, o local será envolvente e aconchegante. E divertido.

Se você chegar e não falar com ninguém, você deve se perguntar por que simplesmente não ficou em casa tomando sua bebida preferida. Sim, nesse caso, o local será chato.

Portanto, pode ser o melhor bar do mundo ou simplesmente aquela espelunca da esquina. A escolha é sua.

Mito #2 sobre o Twitter: A idéia é responder à pergunta “O que você está fazendo?”

Não, não, não. Esse é um erro de proporções quase trágicas, involuntariamente perpetuado pelo infeliz sistema do Twitter.

Se você tentar seguir as regras to Twitter, vai se perder rapidamente. Logo de cara eles pedem para você brincar respondendo à pergunta “O que você está fazendo?” Não responda a essa pergunta! Péssimo começo. Fail.

O Twitter não é para você dizer “o que está fazendo”, do mesmo modo que as conversas no mundo real não são para você dizer “e aí, quais são as novidades?”, embora possam começar dessa maneira.

Se você tentar falar sobre o que está fazendo (a menos que você esteja encaixotando um poodle ao mesmo tempo em que anda de pernas de pau com sua trupe de poodles malabaristas), quase sempre será chato.

E a primeira regra do Twitter é “Não seja chato!

Pior: você pode querer ser honesto. Pode dizer coisas como “comendo uma banana” ou “levando meu filho ao treino de futebol”.

Lembro a você a primeira regra, citada ali em cima.

Então, o que você deve digitar naquela pequena caixa?

Bem, a pergunta que o Twitter realmente quer fazer é “O que você está pensando? Não, o que você está pensando de verdade?”
Ou: “O que você acha do que está pensando?
Ou: “Que tal deixar aquela voz na sua cabeça falar por um instante, hein?”

Sabe aquela voz interior? Aquela que faz comentários sérios sobre coisas engraçadas, significativas, palhaças e profundas que você normalmente mantém para si mesmo e ninguém chega a conhecê-la?

O Twitter é o novo lar dessa voz. É o local que essa voz frequenta. Porque essa voz precisa ter voz. Quero dizer, ela precisa de um bar.

Mito #3 sobre o Twitter: Ele consome muito tempo.

Ah, não. O Twitter não precisa ser outra ferramenta de procrastinação. Mais uma vez, acho que você está fazendo tudo errado.

Bastam apenas alguns segundos para digitar alguma coisa lá. Afinal, há um limite de 140 caracteres.

Depois você gasta de três a cinco minutos para ver o que as outras pessoas estão fazendo, e pronto.

Normalmente é um intervalo mais curto do que o buraco sem fim do “Ah, vou dar só uma olhadinha no meu e-mail”.

E aqui eu rapidamente coloco meu chapéu gigante que diz “Oi, acabei de escrever um livro sobre o fim da procrastinação” para que você confie na minha experiência no assunto. O Twitter de forma alguma é seu inimigo. Não é. É um dos poucos intervalos de boa duração que você encontra na internet.

O Twitter é uma pausa. E as pausas fazem bem à alma. Sim, ele pode consumir seu tempo. Como qualquer outra coisa. Inclusive encaixotamento de poodles. Mas, se você usá-lo com cuidado, como um entra-e-sai rapidinho, o Twitter é, na verdade, uma ferramenta de produtividade.

Uma ferramenta de produtividade divertida que também funciona como a mais esquisita e mais bem-sucedida técnica de marketing de todos os tempos, além de ser um bar. Quer mais?

Mito #4 sobre o Twitter: Não há problemas em Twitterville.

Okay, esse é um mito que eu acabei de inventar. Um mito mítico, se você assim desejar. O Twitter está muito, muito longe de ser uma região sem problemas, mas aqui estão as três questões principais e suas soluções:

(1) Assim como em qualquer bar, existem pessoas que entram para brigar. Algumas são pessoas que realmente gostam de uma boa briga e outras são trolls malvados, cheios de ódio e que gostam de magoar as pessoas.

Se você não gosta de brigas, não fique perto da mesa desse grupinho.

(2) E, como em qualquer bar, existem uns caras esquisitos que querem lhe pagar uma bebida. Você usa a linguagem do corpo para fazer com que eles se afastem (o botão de block no Twitter) e, se eles avançarem, denuncie-os a @oddfollow e ao pessoal do Twitter.

(3) E, é claro, temos a Fail Whale, a famosa baleia.

Às vezes o Twitter cai, e normalmente quando você mais precisa daquele uísque ou café ou qualquer coisa metafórica e suas mãos estão tremendo. É hora de enfrentar o fato de que você está viciado no Twitter. Não se preocupe. Você não está sozinho.

Pegue as bobagens que você ia espalhar pelo mundo e transforme em um post. Mais tarde o Twitter volta ao ar. Faça parte do Fail Whale Fan Club. (Não estou brincando, existe um fã clube da baleia.)

Ou você pode simplesmente ir até o site IsTwitterDown.com e apertar o botão de refresh várias vezes seguidas, como um rato pulando por uma bolinha de comida apetitosa. Todos passamos por isso. Não se preocupe. Você vai ficar bem.

Vejo você na happy hour, viu?

Se quiser me seguir, meu username é @havi. Só para você saber, às vezes eu falo coisas terrivelmente inadequadas que eu jamais diria aqui. Porque o Twitter é um bar.

E também é meu local favorito na internet. É onde aquela voz na minha cabeça gosta de ficar. E eu normalmente vou aonde ela vai.

Se você quiser que eu o siga, fale sobre poodles. Ou puxe assunto. Eu não mordo.
Agradecimentos especiais a Laura Fitton (@pistachio), que acidentalmente inspirou este post por ser uma pessoa muito legal.
E o que os brasileiros estão achando do Twitter, William Bonner?
Agora, é só explorar as potencialidades do serviço.
Claudia.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

THE INNOVATION ZONE - O sucesso das inovações na CiT

Inovar é, antes de tudo, um ato de libertação. É romper com as regras, com os paradigmas, com o "modus operandi". Ousar no pensamento e na criatividade, sem, contudo, perder o foco no objetivo pretendido. Nesse processo, o compartilhamento de idéias, além de enriquecer a experiência, auxilia na constância de propósito.

Na era "wiki", onde a colaboração em massa vem se mostrando uma poderosa aliada na transformação dos negócios, a Ci&T (www.cit.com.br), empresa especializada em softwares customizados, decidiu incorporar o conceito ao descobrir que inovar na comunicação e integração da equipe ajuda a elevar a rentabilidade. Através do Projeto chamado Ci&T 2.0 – The Innovation Zone, a empresa tem premiado colaboradores e gerado economia de mais de US$ 200 mil, por meio de idéias inovadoras.

O modelo de blogs no ambiente wiki da empresa tem proporcionado a geração de idéias, simultaneamente, nas diversas áreas (Administrativa, Recursos Humanos, Financeira, etc.).

A experiência da companhia foi matéria da Revista "Meu Próprio Negócio", com o título "O Poder da Comunicação", cujo conteúdo segue abaixo.

O Poder da Comunicação
O mercado ensina que a inovação é fundamental para qualquer empresa se manter sustentável. Mas inovar exatamente onde? Como? Quanto isso vai custar? Inovar não é uma fórmula, com começo, meio e fim, assim como nem sempre tem um valor definido. É uma cultura corporativa de sempre procurar melhorar. E as ações podem ser inclusive simples, como descobriu a Ci&T, fundada em 1995 a partir da iniciativa de Bruno Guiçardi, Cesar Gon e Fernando Matt, alunos de engenharia da computação da Universidade de Campinas (Unicamp).

A empresa, especializada em desenvolvimento de softwares customizados, comprovou que a adoção de ferramentas de comunicação, como um blog e uma intranet, pode ajudar, e muito, na meta de envolver todos os funcionários a pensar novas maneiras de fazer as coisas e ampliar a oferta de serviços para seus clientes.

Há pouco mais de um ano, a companhia de Campinas-SP adotou a intranet baseada em blogs e wiki (conteúdo editado de maneira coletiva, como a Wikipédia). A iniciativa visava a democratizar o acesso às informações e a levar conversas restritas a grupos da equipe ao conhecimento de todos e, assim, fomentar a colaboração a favor de resultados.
O investimento para ter uma intranet varia de acordo com a ferramenta escolhida para construir o sistema e conforme a complexidade do projeto. Mas, como investimento inicial para a construção, pode-se considerar um montante de R$ 3 mil e R$ 7 mil e não esquecer que há a necessidade de uma manutenção mensal, especialmente no que diz respeito à segurança.

No modelo criado pela Ci&T, as pessoas postam idéias e propostas e se comunicam umas com as outras. “Uma dinâmica propícia para detectar novas oportunidades”, garante Flávio Pimentel, diretor de inovação da empresa.

Mas ele lembra que as ações voltadas à colaboração e à inovação devem fazer sentido para o negócio, considerando as particularidades do mercado em que a companhia está inserida. “Antes de pensar em colocar uma inovação em prática, é preciso observar as variáveis das ações e a necessidade da empresa”, pondera.

Uma delas é a especificidade do segmento no qual a empresa atua. A inovação no setor de serviço é diferente dos demais. Nele, os processos podem ser mudados mais facilmente e, portanto, a inovação acontece de maneira mais rápida. No modelo industrial clássico, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento exigem, geralmente, um prazo maior.


RESULTADOS

Pimentel conta que hoje a adesão ao Innovation Zone – ambiente de blogs criado em março de 2007 – é maciça e o modelo já trouxe resultados. A partir das conversas surgidas nele, a empresa modificou a metodologia de fabricação de software. “Dos blogs, saiu um grupo de pessoas que se identificou com a idéia de modificar a metodologia de desenvolvimento de software para a produção lean, criada pela Toyota. Esse grupo passou a reunir-se fisicamente para discutir os rumos da mudança”, conta.

Com isso, a Ci&T acabou transpondo o processo de ciclos mais curtos de produção e redução do estoque ao mínimo e passou a desenvolver e entregar os softwares em diferentes períodos, antecipando a possibilidade do cliente usufruir de partes do sistema.

O trabalho de desenvolvimento, que demora seis meses para ficar totalmente pronto, por exemplo, passou a ser dividido em módulos e entregue com prazos distintos. “Sem a necessidade de esperar todo o sistema ser finalizado, nossos clientes passaram a usufruir seu investimento em um prazo mais curto, antecipando o proveito do produto, fosse no uso de um cadastro, um formulário para relatório ou uma parte de gestão de estoque”, destaca Aminadab Nunes, diretor de tecnologia da Ci&T.
O Innovation Zone é dividido em grupos. Há aqueles dedicados às diversas tecnologias com as quais a empresa trabalha; os voltados às diferentes áreas internas (administrativo, recursos humanos, financeiro e assim por diante); os dedicados a clientes e até um chamado de “Ralé”, para coisas que não são profissionais, mas que movem a integração dos funcionários, como classificados e notícias que as pessoas viram.

SEGREDOS

Para atingir esse nível de aproveitamento da integração da equipe, o principal aliado da Ci&T foi, mais uma vez, a comunicação e o esforço da companhia na iniciativa de torná-la uma ferramenta importante para o crescimento.

Quando os blogs foram colocados no ar, várias campanhas de comunicação foram realizadas para estimular os funcionários a utilizarem as novas ferramentas. “Como muita gente já usava blogs e wikis fora da empresa, nós procuramos canalizar esse hábito para o propósito de fomentar o uso do
Innovation Zone“, conta Pimentel.

Outro ponto que favoreceu a iniciativa foi o fato da idéia de estimular a colaboração ter partido da Presidência, o que ajudou a Direção a analisar com bons olhos os benefícios das plataformas, que visavam a melhorar os processos e promover um fluxo mais claro de comunicação.

Pimentel acredita que a principal dificuldade a vencer no processo de inovar é sempre a de “vender” um novo projeto. Para ele, é muito comum os executivos de uma empresa analisarem as mudanças sob
a ótica dos riscos que ela podem implicar e o quanto elas são indispensáveis para o momento.
No caso da Ci&T, uma preocupação considerada antes de implantar as ações foi quanto ao vazamento de informações, por conta da abertura dos processos a todos os funcionários. Mas, para o diretor de inovação, o risco é inversamente proporcional à maturidade do grupo. Ele avalia que, quanto mais as pessoas utilizam as ferramentas, mas se acostumam com elas e mais se sentem parte do processo, o que diminui o risco.

Para colaborar com esse crescimento e integração, a Ci&T também adotou idéias surgidas dos blogs, como um novo crachá para os colaboradores. Ele ganhou um design fora do padrão. “Na minha foto, por exemplo, tem uma sombrinha de frevo”, diz Pimentel, explicando que o objetivo foi tornar o uso do crachá mais agradável. “A possibilidade de o funcionário poder optar como será sua foto ajuda
a estimular o prazer em participar da empresa”, acredita Pimentel, que aponta o fato dos funcionários se sentirem parte do processo como outro importante ganho das iniciativas.

Fonte: Revista “Meu Próprio Negócio”, Ano 8, Edição 80.

“Não deixe o ruído das opiniões de outras pessoas calar sua própria voz interior. Tenha coragem de seguir seu coração e intuição.” (Steve Jobs)


Atreva-se a ser feliz e inove! ;D

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Microsoft lança plataforma para smartphones



A Microsoft lançou mundialmente no dia 6 (terça-feira) o seu novo sistema operacional para celulares, o Windows Mobile 6.5. Com ele, a empresa dá um grande passo para sair de seu tímido desempenho nos mundo dos smartphones. Inaugurando o conceito de “Windows phone” (aparelhos que utilizam o sistema operacional Windows Mobile 6.5), e uma loja online para comprar aplicativos, a MS fez uma parceria com a operadora de celulares TIM, e três novos modelos estarão nas lojas a partir do mês que vem.
Junto com o Windows Mobile 6.5, a MS inaugura a Windows Marketplace for Mobile, uma loja de aplicativos. Porém, diferentemente da Apple, que já tem 85 mil aplicativos diferentes, são apenas 200 aplicativos oficiais. Windows Live Messenger, Facebook, MySpace e Flickr estão lá, mas só com o tempo essa oferta vai aumentar. Usuários podem desenvolver aplicativos, e de acordo com a empresa eles serão avaliados em até cinco dias úteis, e caso aprovados, entrarão na loja.



Alguns aplicativos são gratuitos, e os outros custam de R$1,80 a R$90 (US$0,99 a 49,99). Estes podem ser pagos por cartão de crédito ou debitados na conta do celular. Por conta do processamento paralelo do sistema, pode-se fazer outras funções enquanto se baixa um aplicativo.
Uma bola dentro da Microsoft é o My Phone, serviço gratuito de backup de dados. Ele sincroniza os dados do telefone (como contatos, compromissos, textos e fotos) com um website protegido por senha. Quanto aos programas do Office, é possível editar arquivos de Word e Excel, mas apenas visualizar PowerPoint.

A partir de novembro, a TIM vai oferecer o sistema em três aparelhos diferentes, o Samsung Omnia II, o HTC Touch2 (ambos touchscreen) e o LG GW550 (teclado). Os modelos custarão de R$1.200 a R$2 mil em planos pré-pagos, e para pós-pagos haverá descontos proporcionais à mensalidade. Outras operadoras só vão oferecer o Windows Mobile a partir do ano que vem.

Fonte: http://colunas.galileu.globo.com/blogdagalileu/

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Ama, Credi e Vai, Andrea Bocelli


 
Andrea Bocelli
Todas as vezes que ouço sua interpretação
fico sem palavras, por causa da emoção que transmite.
Gostoso é fechar os olhos e viajar na canção, mas, neste caso
em especial, aconselho manter a mente, o coração e os olhos
atentos até o final desta belíssima apresentação, que marca

o encerramento do show "Under The Desert Sky".


Com essa canção, desejo uma semana especial a todos. Abaixo segue a letra no original (italiano) e na tradução para o inglês.